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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Uma nova fase, uma nova maneira de pensar e agir.
Postado por
Carolina Fontana
Como disse o meu velho amigo Lulu Santos: "Tudo muda o tempo todo no mundo ♫". E se tudo muda no mundo conosco não seria diferente... E é por esse motivo que venho escrever...
Estou vivendo um momento de transição: escola nova, colegas totalmente novos, disciplina, responsabilidade, muito estudo, enfim... Para quem vivia sem novidades é muita coisa, muita informação. E de que adianta viver na mesmice se podemos inovar? É o que eu estou tentando fazer... Para quem me conhece, sabe que sou do tipo mais parada, mais tímida, não procuro o novo, por mim, fico sempre na mesma. Mas como disse o Lulu, tudo muda né? E junto com o mundo eu mudei, e na minha concepção, mudei muito até. Para quem não fazia nada de exercício físico, correr já é uma grande coisa, pra quem nunca comia fruta, comer uma laranja é uma evolução... Mas será que só existe esse tipo de mudança? Será que evolução moral também não conta como uma maneira de mudar? Mudança, palavra subjetiva demais não acham? Não sei. E quem sabe? Se mudei ou não, ainda não cheguei à conclusão, o fato é que me sinto diferente, e que penso estar diferente, e como não convivo com meus antigos colegas, não à quem confirme meus pensamentos... Mas será que somos nós julgadores das mudanças alheias, ou podemos muito bem nos auto-julgar? Eis a questão...
Sei que sou confusa, não sei o que entender sobre mim, o fato é que além disso tudo, o mundo está passando por uma mudança muito grande, e vocês já devem ter percebido isso.
Chegando à uma conclusão final: se o mundo mudar, evoluir, será que queremos parasitar? Será que devemos continuar matando, nos drogando e fazer do direito humano uma questão de dinheiro? Será que o melhor não é evoluir com o mundo? Ou queremos regredir de tal forma nos tornando inferiores aos animais? Qual futuro almejamos para nós? O que queremos de nossas vidas? Um futuro digno, ou uma corrupção sem fim? Refletir é o princípio de todo início.
sábado, 22 de janeiro de 2011
A mesmice de um início não tão novo.
Postado por
Carolina Fontana
Novo ano, vida nova? É, em parte. Vida nova, pois mais um ano acaba, e mais você se aproxima da velhice, ou então, esse ano será decisivo para você, vestibular, faculdade, emprego, casa própria, carro, família, filhos, etc. Ou talvez, mais um ano de escola, a mesma chatice de sempre, cada caso, com suas particularidades; complicado de ter uma só definição.
Particularmente? O “meu ano” já iniciou de um modo diferente, família reunida (o que é bem raro), em cada rosto um sorriso diferente, e em cada pensamento uma certeza de que esse ano nossa família possa se reunir e maior será essa união, união enfraquecida por culpa de uma só pessoa, ou então, por culpa de todos, sinceramente, não sei.
E sem ser na família, para eu, tudo será diferente, e sabe por quê? Parece que a ficha não quer cair, meus companheiros, meus melhores amigos, ao meu lado não estarão mais. E agora? Escola nova, tudo novo, amigos, professores, regras, etc. Se estou com medo? Sim, e muito.
Além disso, oficialmente entrarei na adolescência, é queridos leitores, uma festa de 15 não é para qualquer um, tende merecer, e às vezes me pergunto se realmente mereço... É... Quem sabe...
Mas não estou escrevendo esse post para falar somente de mim, e sim, de um todo. Não adianta dizer que o tempo não enfraquece amizades, porque é mentira, não digo que enfraqueça, mas com o tempo novos aplicativos vêem de brinde, contudo, à distância e a falta de contato agravam a situação. E eu, tenho muito medo disso. Medo de me sentir sozinha, medo de estar em um lugar, onde eu só possa confiar em mim mesma, enfim, medo do mundo. Temo ao que vai acontecer, temo ao que está por vim, temo às mudanças que em mim se concretizarão. Medo e muito medo.
Sei que não estarei sozinha, mas é muita mudança em um ano só. E se algum dia me vier perguntar se 2011 fez a diferença e mudou minha vida para sempre, minha resposta será: sim, e como!
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