sábado, 22 de janeiro de 2011

A mesmice de um início não tão novo.


Novo ano, vida nova? É, em parte. Vida nova, pois mais um ano acaba, e mais você se aproxima da velhice, ou então, esse ano será decisivo para você, vestibular, faculdade, emprego, casa própria, carro, família, filhos, etc. Ou talvez, mais um ano de escola, a mesma chatice de sempre, cada caso, com suas particularidades; complicado de ter uma só definição.
Particularmente? O “meu ano” já iniciou de um modo diferente, família reunida (o que é bem raro), em cada rosto um sorriso diferente, e em cada pensamento uma certeza de que esse ano nossa família possa se reunir e maior será essa união, união enfraquecida por culpa de uma só pessoa, ou então, por culpa de todos, sinceramente, não sei.
E sem ser na família, para eu, tudo será diferente, e sabe por quê? Parece que a ficha não quer cair, meus companheiros, meus melhores amigos, ao meu lado não estarão mais. E agora? Escola nova, tudo novo, amigos, professores, regras, etc. Se estou com medo? Sim, e muito.
Além disso, oficialmente entrarei na adolescência, é queridos leitores, uma festa de 15 não é para qualquer um, tende merecer, e às vezes me pergunto se realmente mereço... É... Quem sabe...
Mas não estou escrevendo esse post para falar somente de mim, e sim, de um todo. Não adianta dizer que o tempo não enfraquece amizades, porque é mentira, não digo que enfraqueça, mas com o tempo novos aplicativos vêem de brinde, contudo, à distância e a falta de contato agravam a situação. E eu, tenho muito medo disso. Medo de me sentir sozinha, medo de estar em um lugar, onde eu só possa confiar em mim mesma, enfim, medo do mundo. Temo ao que vai acontecer, temo ao que está por vim, temo às mudanças que em mim se concretizarão. Medo e muito medo.
Sei que não estarei sozinha, mas é muita mudança em um ano só. E se algum dia me vier perguntar se 2011 fez a diferença e mudou minha vida para sempre, minha resposta será: sim, e como!

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